Ex-marido de paraibana encontrada morta em uma mala é preso em Pernambuco
O ex-marido da paraibana encontrada morta dentro de uma mala de viagem em um canal no Rio de Janeiro foi preso no início da noite desta terça-feira, dia 18, no estado de Pernambuco.
Rafael da Silva Lima é o principal suspeito da morte de Íris Bezerra de Freitas, de 21 anos. O suspeito já está a caminho do Rio de Janeiro, município onde o crime aconteceu, para prestar depoimento.
A paraibana, natural de Fagundes, morava há dois anos no Rio de Janeiro com Rafael. Dois meses antes de sua morte, ela havia se separado do marido com quem teve um bêbe. ìris residia na favela da Rocinha e trabalhava como operadora de caixa em uma loja no bairro de Ipanema.
Homicídio
O corpo de Íris foi encontrado na manhã do último dia 8, dentro de uma bolsa, boiando num córrego situado no Leblon; um dos bairros mais nobres do Rio de Janeiro.
O cadáver foi achado por um funcionário da Rio Águas que trabalhava nas proximidades da Avenida Visconde de Albuquerque. Num primeiro momento, foi divulgado que a vítima havia sido esquartejada, mas o Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro informou que Íris foi morta com vários golpes de um instrumento cortante, que atingiram seu pescoço e tórax, perfurando seus pulmões.
Segundo o delegado da Divisão de Homicídio, Geniton Lages, uma amiga afirma ter visto o ex-marido de Iris carregando a sacola em que ela foi encontrada, na Rocinha.
Rafael da Silva Lima é o principal suspeito da morte de Íris Bezerra de Freitas, de 21 anos. O suspeito já está a caminho do Rio de Janeiro, município onde o crime aconteceu, para prestar depoimento.
A paraibana, natural de Fagundes, morava há dois anos no Rio de Janeiro com Rafael. Dois meses antes de sua morte, ela havia se separado do marido com quem teve um bêbe. ìris residia na favela da Rocinha e trabalhava como operadora de caixa em uma loja no bairro de Ipanema.
Homicídio
O corpo de Íris foi encontrado na manhã do último dia 8, dentro de uma bolsa, boiando num córrego situado no Leblon; um dos bairros mais nobres do Rio de Janeiro.
O cadáver foi achado por um funcionário da Rio Águas que trabalhava nas proximidades da Avenida Visconde de Albuquerque. Num primeiro momento, foi divulgado que a vítima havia sido esquartejada, mas o Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro informou que Íris foi morta com vários golpes de um instrumento cortante, que atingiram seu pescoço e tórax, perfurando seus pulmões.
Segundo o delegado da Divisão de Homicídio, Geniton Lages, uma amiga afirma ter visto o ex-marido de Iris carregando a sacola em que ela foi encontrada, na Rocinha.
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