“Fomos injustiçados”, diz marido de ex-performer que ganhou cargo no governo do Pará
Filiada ao PV, Élida é militante de causas ambientais e se autointitula a “Musa da Sustentabilidade”. Uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a nomeação, no entanto, incomodou Kaveira, pois Élida foi tratada como ex-stripper.
- Ela sofreu uma discriminação descomunal, talvez pelo fato de ser mulher, ser artista, ser bonita, porque, incrivelmente, ainda há um consenso nas pessoas de que as mulheres bonitas têm que ser ou prostitutas ou desprovidas de conteúdo. Ela foi vítima de um preconceito. Fomos injustiçados.
Casado há 17 anos com Élida, Kaveira diz que sua mulher já participou de cinco filmes, e suas apresentações, embora com teor erótico, não se significam que ela seja stripper.
Ele afirma que, uma vez no governo, Élida iria levar à administração pública alguns trabalhos que já realiza por meio de ONGs (organizações não governamentais), principalmente na área de “sustentabilidade voltada para os jovens”.
- Nesse cargo [no governo] ela receberia um salário de R$ 1.200 líquidos. Em uma única apresentação dela como DJ ela recebe o dobro desse salário.
Kaveira, que também é filiado ao PV e auxilia na carreira da mulher, diz que deve entrar com uma ação contra o jornal por danos morais. Mesmo fora do governo, avalia, houve prejuízo à imagem de Élida, e a reportagem pode atrapalhar futuros trabalhos da atriz e DJ.
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