Estudantes serão revistados por PMs
A Escola Municipal de Ensino Fundamental Índio Piragibe, no Alto das Populares, em Santa Rita, tomou uma medida drástica para conter a violência. A partir da próxima segunda-feira, a instituição vai retomar as aulas contando com uma guarnição da Polícia Militar (PM) que poderá, inclusive, revistar os alunos na entrada do turno escolar. A decisão foi comunicada a Secretaria de Estado da Educação, após a tentativa de homicídio sofrida por um estudante na última quinta-feira, à noite, no interior do banheiro. O jovem de apenas 17 anos recebeu uma bala no abdômen e foi levado para o Hospital de Trauma.
A suspeita é de que o atentado tenha relação com o tráfico de drogas. A violência no ambiente escolar e nas imediações da Escola Municipal de Ensino Fundamental Índio Piragibe preocupa a comunidade escolar e vizinhança, principalmente porque o Alto das Populares é considerado pela Polícia Militar um dos três locais de maior atuação do tráfico de drogas na Grande João Pessoa, ao lado do Bairro São José e Mandacaru, em João Pessoa.
Uma das diretoras da Índio Piragibe, Joelma Alves Meireles, explicou que enviou um ofício à Secretaria de Estado da Educação solicitando uma guarnição como forma extrema de garantir a segurança dos alunos e coibir que outras tentativas de homicídio aconteçam dentro do ambiente educacional.
Na noite da última quinta-feira, o jovem havia pedido à professora permissão para ir ao banheiro quando foi surpreendido por outro rapaz, que disparou um tiro contra o abdômen dele e fugiu. Ferida, a vítima cambaleou até o pátio da escola. Ao ouvirem o disparos, os alunos saíram das salas de aula e o cercaram até que o socorro chegasse.
O jovem foi levado consciente para o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa, e se submeteu a uma cirurgia para a retirada do projétil. O estado do adolescente é regular e ele deve receber alta em breve. O padrastro da vítima disse que o rapaz estava envolvido com drogas e que a família já está considerando a hipótese de mandar o rapaz para morar em outro estado.
De acordo com informações da diretora que estava de plantão na Escola Índio Piragibe no dia do atentado, Joelma Alves de Meireles, o acusado de ferir o aluno deve ter entrado e fugido do local pulando os dois muros que cercam a instituição, mas a polícia ainda está investigando e não descarta que autor do disparo seja um estudante da escola.
2º caso registrado
Este foi o segundo registro de tentativa de homicídio ocorrido nos últimos 15 dias na Grande João Pessoa. No dia 25 de março, o estudante Wellington Lima da Silva, 20, foi esfaqueadono tórax no interior da Escola Pedro Américo, na Praia do Jacaré, em Cabedelo. O autor da agressão foi o estudante Jorland Lopes da Silva, 18, por ter sentido ciúmes de uma mulher.
O Norte - Priscylla Meira
Na noite da última quinta-feira, o jovem havia pedido à professora permissão para ir ao banheiro quando foi surpreendido por outro rapaz, que disparou um tiro contra o abdômen dele e fugiu. Ferida, a vítima cambaleou até o pátio da escola. Ao ouvirem o disparos, os alunos saíram das salas de aula e o cercaram até que o socorro chegasse.
O jovem foi levado consciente para o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa, e se submeteu a uma cirurgia para a retirada do projétil. O estado do adolescente é regular e ele deve receber alta em breve. O padrastro da vítima disse que o rapaz estava envolvido com drogas e que a família já está considerando a hipótese de mandar o rapaz para morar em outro estado.
De acordo com informações da diretora que estava de plantão na Escola Índio Piragibe no dia do atentado, Joelma Alves de Meireles, o acusado de ferir o aluno deve ter entrado e fugido do local pulando os dois muros que cercam a instituição, mas a polícia ainda está investigando e não descarta que autor do disparo seja um estudante da escola.
2º caso registrado
Este foi o segundo registro de tentativa de homicídio ocorrido nos últimos 15 dias na Grande João Pessoa. No dia 25 de março, o estudante Wellington Lima da Silva, 20, foi esfaqueadono tórax no interior da Escola Pedro Américo, na Praia do Jacaré, em Cabedelo. O autor da agressão foi o estudante Jorland Lopes da Silva, 18, por ter sentido ciúmes de uma mulher.
O Norte - Priscylla Meira
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